O Ministério da Agricultura e Pesca do Japão afirma que a taxa de autossuficiência alimentar do país permaneceu em 38% pelo segundo ano consecutivo. Isso está bem abaixo da meta do governo de 45% até o ano fiscal de 2030.
O número, em termos de ingestão de calorias, para o ano que terminou em março aumentou um ponto percentual em relação ao ano fiscal de 2020. Mas permaneceu estável em relação ao ano fiscal de 2021.
A produção doméstica de trigo e frutos do mar caiu. Mas o Japão também viu uma diminuição nas quantidades de óleos e gorduras importados.
A taxa de autossuficiência foi de 99% para arroz, 75 para vegetais, 17 para produtos pecuários, 16 para trigo e três para óleos e gorduras.
A taxa de autossuficiência alimentar para o ano fiscal de 2022, com base no valor da produção, foi de 58%. O número caiu cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior e é o mais baixo desde o ano fiscal de 1965.
O volume de importações de alimentos não sofreu grandes flutuações. No entanto, os preços internacionais mais altos dos grãos e o iene mais fraco encareceram as importações, o que reduziu a taxa.
As autoridades do Ministério dizem que o Japão ainda tem um longo caminho a percorrer para atingir a meta do governo. Eles afirmam que continuarão a tomar medidas para aumentar a taxa de autossuficiência de trigo e soja, a fim de atingir a meta.
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