Neste sábado, completa-se um ano desde que o ex-primeiro-ministro japonês Abe Shinzo foi assassinado enquanto fazia um discurso de campanha na cidade de Nara, no oeste do país.
Um serviço memorial será realizado pela manhã no Templo Zojoji, no centro de Tóquio. O atual primeiro-ministro, Kishida Fumio, estará entre os presentes.
O público poderá oferecer flores em um estande improvisado à tarde.
A Federação para a Paz e Unificação Mundial, anteriormente conhecida como Igreja da Unificação, passou a ser investigada após a morte de Abe.
O suspeito disse aos investigadores que visava o ex-líder porque achava que Abe tinha ligações com o grupo.
Desde então, o governo exerceu a autoridade legal para investigar a organização em seis ocasiões e, atualmente, está determinando se deve buscar uma ordem judicial para dissolvê-la como uma corporação religiosa.
Uma facção do principal partido governista, o Partido Liberal Democrático, liderado por Abe, também realizará um evento na capital, no sábado.
A morte do ex-primeiro-ministro deu origem a uma luta pelo poder. As autoridades da facção, incluindo o líder interino Shionoya Ryu, querem que um novo líder seja eleito rapidamente.
Mas cinco outros membros proeminentes, incluindo o chefe de política do LDP, Hagiuda Koichi, e o secretário-chefe do gabinete, Matsuno Hirokazu, estão pedindo uma liderança coletiva.
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