O presidente russo, Vladimir Putin, elogiou suas forças de segurança por terem lidado com uma rebelião armada liderada por mercenários do Wagner Group e seu líder Yevgeny Prigozhin.
Putin se dirigiu diretamente às suas tropas nos degraus da Praça da Catedral, dentro das muralhas do Kremlin.
Ele disse que as tropas russas defenderam a ordem constitucional, as vidas, a segurança e a liberdade dos cidadãos do país, salvaram a pátria de tumultos e efetivamente impediram uma guerra civil.
Ele também pediu um minuto de silêncio para os pilotos que foram mortos pelos mercenários do Wagner durante os confrontos do fim de semana.
Enquanto isso, um grupo independente de monitoramento da Bielorrússia diz que uma aeronave, supostamente, ligada a Prigozhin aterrissou perto da capital Minsk na manhã de terça-feira (27). Não está claro se ele está a bordo.
Prigozhin não foi visto em público desde que seus combatentes se retiraram da marcha contra Moscou.
Autoridades do Kremlin disseram que ele seria exilado em Belarus, onde campos para membros do Wagner estariam sendo construídos.
As autoridades russas afirmam ter encerrado a investigação contra Prigozhin.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que estão em andamento os preparativos para transferir veículos militares, artilharia e outras armas do Grupo Wagner para as tropas russas.
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