Quase 14.000 pessoas foram desalojadas no norte das Filipinas, pois o vulcão Mayon continua a expelir lava e a espalhar o medo.
O Mayon iniciou o que as autoridades chamam de “erupção efusiva” na noite de domingo (11), quando começou a liberar lentamente magma de sua cratera, chegando a 2 quilômetros do cume.
Os moradores da província de Albay que vivem perto da zona de perigo permanente de seis quilômetros foram forçados a refugiar-se em centros de evacuação.
O Mayon está atualmente no nível três do sistema de alerta de cinco níveis das Filipinas, que prevê erupções explosivas.
Enquanto isso, a Autoridade de Aviação Civil das Filipinas divulgou um aviso aconselhando os operadores de voo a evitarem voar perto do cume do Mayon devido ao perigo que as cinzas vulcânicas representam para os motores das aeronaves.
O Mayon é um dos 24 vulcões ativos nas Filipinas. Sua última erupção ocorreu em 2018, deixando cerca de 90.000 pessoas desalojadas. Uma erupção anterior, em 1993, matou mais de 70 pessoas.
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