Japão e China analisam como usar a inteligência artificial
O Ministro da Economia, Comércio e Indústria do Japão, Nishimura Yasutoshi, diz que estudará o uso da inteligência artificial no trabalho governamental.
O comentário ocorre depois que o Primeiro Ministro, Kishida Fumio, encontrou-se com o CEO da OpenAI, a empresa por trás da ferramenta ChatGPT.
Nishimura disse, na terça-feira (11), que a IA – que pode imitar as respostas humanas – poderia ser usada para preparar os debates sobre a Dieta.
Funcionários do governo, muitas vezes, trabalham longas horas durante a sessão preparando material de referência.
Nishimura argumentou que a IA poderia ajudar a aliviar a carga.
Ele disse: “Vamos tomar as medidas necessárias para salvaguardar as informações classificadas. Se pudermos abordar essas preocupações, quero considerar se o sistema poderia ser usado para reduzir a carga de trabalho dos funcionários do governo”.
Enquanto isso, o governo chinês também está analisando como a IA deve ser usada.
Ele divulgou esboços de medidas para regulamentar a inteligência artificial, na terça-feira (11).
Ele diz que textos, imagens e vídeos produzidos pela IA devem estar de acordo com os valores socialistas do país.
Eles não devem conter conteúdo subversivo e devem impedir a discriminação e as invasões de privacidade.
ChatGPT é proibido na China, e os serviços online, como as mídias sociais, são regulamentados pelo governo.
Em 2017, o gigante de TI Tencent foi forçado a suspender seu serviço de bate-papo AI após o chatbot ter criticado o Partido Comunista Chinês.
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