Rússia é o maior risco de 2023
A empresa de consultoria americana, Eurasia Group, citou a Rússia como o maior risco de 2023.
A empresa anunciou, na terça-feira (3), sua lista anual dos 10 maiores riscos políticos do ano.
O relatório diz que uma “Rússia humilhada” se transformará de um ator global no “estado mais perigoso do mundo”, representando uma séria ameaça de segurança para a Europa, os Estados Unidos e mais além.
Diz que quase um ano desde que invadiu a Ucrânia, a Rússia não tem boas opções militares restantes para vencer a guerra.
O grupo diz que em 2022, o Kremlin teve o cuidado de manter sua guerra contra a Ucrânia contida dentro do país, evitando o confronto direto com a OTAN.
Mas diz que em 2023, o presidente russo Vladimir Putin “não pode se dar ao luxo de ser tão cauteloso”.
Acrescenta que “o confronto nuclear de Moscou se intensificará”, pois Putin provavelmente aproximará as armas nucleares táticas da Ucrânia, e as divulgará.
O grupo diz que o segundo maior risco é o presidente chinês Xi Jinping “com um poder inigualável desde Mao Tse Tung”.
Diz que Xi está “virtualmente livre” em sua capacidade de perseguir sua agenda política, tendo acumulado o Comitê Permanente do Politburo do Partido Comunista com seus aliados mais próximos.
Mas diz que, sem “vozes discordantes” para desafiar suas opiniões, “a capacidade de Xi de cometer grandes erros também é inigualável”.
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