Japão deve ter um sistema para contra-ataques e não ataques preventivos diz Kishida
O primeiro-ministro, Kishida Fumio, diz que o Japão deve criar um sistema que demonstre, claramente, que seus contra-ataques não são ataques preventivos, quando o país enfrentar ataques de mísseis.
Kishida disse, em uma reunião do comitê de orçamento da Câmara Alta, na quarta-feira (30), que o Japão deve estar totalmente equipado para proteger a vida e a sobrevivência das pessoas em meio à rápida evolução dos mísseis e outras tecnologias.
Ele disse que o Japão continuará trabalhando para impulsionar seus sistemas de interceptação de mísseis, mas outras opções, incluindo a capacidade de lançar contra-ataques, não devem ser descartadas.
Kishida acrescentou que seu governo espera chegar a uma conclusão sobre o assunto até o final do ano, com base em um relatório de um painel de especialistas do governo e em discussões entre os partidos no poder, e outros.
Um legislador da oposição argumentou que é difícil diferenciar entre contra-ataques e ataques preventivos.
O primeiro-ministro disse que há várias teorias sobre ataques preventivos, sob o direito internacional, e os critérios diferem de país para país.
Kishida disse que o Japão precisa estabelecer um sistema que mostre claramente que seus contra-ataques não são ataques preventivos.
Ele prometeu seus maiores esforços para fornecer explicações para a Dieta e para o público.
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