Ucrânia e Rússia reagem à renúncia de Johnson
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou em seu discurso de renúncia que ele e seu governo têm “liderado o Ocidente” na luta contra a agressão de Putin na Ucrânia. Números de ambos os lados do conflito pesaram na sua saída.
Johnson já visitou Kyiv duas vezes desde o início da invasão. Ele fez uma ligação, nesta quinta-feira (7), com o presidente Volodymyr Zelenskyy, que lhe agradeceu por defender os interesses da Ucrânia.
Zelenskyy expressou sua tristeza – e a da “sociedade ucraniana inteira”. Johnson disse que o Reino Unido continuaria a apoiar “o povo de Zelenskyy”.
Os líderes russos dizem que a renúncia é “pouco preocupante”. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que Johnson não gosta deles e que eles “também não gostam dele”. Ele disse que o governo russo espera que a próxima administração tenha pessoas que sejam “mais profissionais”.
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