Continuam os esforços de auxílio em Tonga após a erupção vulcânica do mês passado
Tonga está lutando para se recuperar dos danos causados pela erupção vulcânica submarina do mês passado, com os esforços de assistência dificultados pelos surtos locais de coronavírus chinês.
A erupção de 15 de janeiro desencadeou ondas de tsunami, que as autoridades disseram ter atingido até 15 metros de altura quando atingiram a nação insular do Pacífico. Quatro pessoas foram confirmadas mortas e dezenas de edifícios desmoronaram.
Um relatório do Banco Mundial divulgado na segunda-feira (14) diz que a erupção, o tsunami e as cinzas vulcânicas causaram um prejuízo estimado de 90,4 milhões de dólares. O número é equivalente a aproximadamente 18,5% do PIB de Tonga.
O relatório também diz que perdas econômicas mais amplas, como o impacto contínuo na agricultura e no turismo, não estão refletidas nos dados, e espera-se que aumentem significativamente.
Somando-se à luta está um lockdown do coronavírus chinês na Ilha de Tongatapu e em outras partes do país que tem continuado por quase duas semanas.
Desde segunda-feira (14), 139 pessoas foram confirmadas infectadas com o vírus chinês em todo o país desde que os primeiros casos de infecção comunitária foram detectados em 1º de fevereiro.
Um alto funcionário do governo de Tongan disse à NHK que um grande número de pessoas está precisando de água potável em meio aos efeitos persistentes das cinzas vulcânicas.
O funcionário acrescentou que o número de funcionários foi reduzido como parte das medidas contra o coronavírus, o que dificultou a entrega rápida de bens de emergência.
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