OMS pede que restrições de viagem da África sejam flexibilizadas
Um alto funcionário da Organização Mundial da Saúde – OMS, exortou os países a diminuírem as restrições às viagens da África, citando uma queda acentuada no número de novas infecções do coronavírus chinês no continente.
A Diretora Regional da OMS para a África, Matshidiso Moeti, disse em uma conferência de imprensa na quinta-feira (20), que o continente está vendo “uma queda significativa” em novos casos pela primeira vez desde o início da onda alimentada pela variante Ômicron.
Moeti observou que a África do Sul, onde a Ômicron foi detectada pela primeira vez, registrou uma tendência de queda em novas infecções. Mas ela advertiu que os casos dispararam no norte da África.
A propagação da Ômicron na África levou os países a restringirem as viagens de países do continente e colocar em quarentena os visitantes que chegam por longos períodos.
Moeti apelou para a flexibilização das regras, argumentando que elas não são mais razoáveis agora que a Ômicron se espalhou pelo mundo.
O governo japonês, em princípio, proíbe a entrada de novos estrangeiros para impedir a propagação da Ômicron. Exige que os japoneses que retornam do exterior se auto-isolarem em instalações designadas por três a dez dias. As chegadas de 11 nações africanas, incluindo a África do Sul, devem permanecer nas instalações por 10 dias.
Os expatriados japoneses de negócios na África estão pedindo ao governo que reveja o período de quarentena.
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