Cidades russas imporão novas restrições contra o coronavírus chinês
A primeira e a segunda maiores cidades da Rússia, Moscou e São Petersburgo, imporão grandes restrições às atividades econômicas, uma vez que as infecções por coronavírus chinês estão aumentando novamente.
A contagem diária de novos casos no país ultrapassou 30.000 desde meados de outubro, atingindo um novo recorde de cerca de 37.000 no sábado (23).
O Presidente Vladimir Putin assinou uma ordem executiva para estabelecer nove dias não trabalhistas pagos, a partir de 30 de outubro, e instou os municípios de toda a Rússia a responder de acordo.
Moscou, onde o número de infecções é o mais alto do país, estabelecerá restrições dois dias antes, de 28 de outubro a 7 de novembro.
Sob as restrições, somente as lojas que oferecem alimentos e outras necessidades diárias estão autorizadas a operar. Os serviços internos em restaurantes também serão suspensos. As escolas serão fechadas e os teatros e museus aceitarão apenas pessoas vacinadas, e limitarão o número de visitantes.
Esta é a primeira vez, desde junho do ano passado, que restrições desta escala foram impostas em Moscou.
São Petersburgo também anunciou a introdução de restrições semelhantes a partir de 30 de outubro.
O governo russo está enfrentando uma crescente sensação de crise. Apenas cerca de 30% da população russa foi totalmente vacinada, em parte devido à desconfiança do público em relação às vacinas produzidas internamente.
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