Escassez de alimentos na África do Sul após os distúrbios
O presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, prometeu que as autoridades punirão as pessoas que instigaram uma semana de violência e destruição após a prisão de seu predecessor. A agitação, descrita como a pior desde as primeiras eleições democráticas da África do Sul em 1994, está começando a diminuir, mas o fornecimento de alimentos está ficando escasso nas áreas afetadas.
O tumulto irrompeu após a prisão do ex-presidente Jacob Zuma na semana passada, com alguns manifestantes saqueando lojas e incendiando armazéns.
Na sexta-feira (16), Ramaphosa visitou a província de KwaZulu-Natal, que inclui a cidade de Durban, uma área especialmente atingida. Ele disse que não toleraria “anarquia e desordem”.
A mídia está relatando que saques, incêndios e bloqueios de estradas continuam a afetar algumas áreas.
A destruição dos shopping centers forçou as pessoas a ficarem em filas por horas fora das lojas que ainda estão de pé para comprar alimentos. Na maior cidade do país, Joanesburgo, um homem disse que esperou, a partir das 6 da manhã para conseguir pão.
Gasolina e os medicamentos também estão em falta porque as refinadoras de petróleo foram fechadas e as farmácias vandalizadas.
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