União Européia impõe sanções à China por abusos em Xinjiang
A União Européia impôs sanções às autoridades chinesas por violações dos direitos humanos em Xinjiang.
Os ministros das relações exteriores da UE aprovaram as sanções, em sua reunião na segunda-feira (22), que entrarão em vigor imediatamente.
Quatro funcionários, incluindo o diretor do Escritório de Segurança Pública de Xinjiang, estão impedidos de viajar para a UE e seus bens na Europa foram congelados.
O Escritório de Segurança Pública do Corpo de Produção e Construção de Xinjiang também foi sancionado como uma entidade.
É a primeira vez que a UE impõe sanções à China desde que, como Comunidade Européia, impôs um embargo de armas após a repressão de 1989 na Praça Tiananmen, em Pequim.
Em dezembro do ano passado, a UE concordou com a China em um acordo de investimento comercial. Mas o bloco tomou uma posição dura sobre questões de direitos humanos em Xinjiang e Hong Kong.
O governo chinês respondeu ao último movimento da UE anunciando que iria sancionar 10 pessoas e quatro entidades na Europa. Os visados pelas sanções da China estão impedidos de entrar no país.
Os ministros da UE também aprovaram sanções contra o líder militar de Myanmar, o general sênior Min Aung Hlaing, e outros 10 por seu envolvimento no golpe e na repressão aos manifestantes.
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