Vazamento de dados na China atinge cerca de 2.4 milhões de pessoas
A mídia australiana informa que uma empresa chinesa acumulou as informações pessoais de cerca de 2,4 milhões de pessoas, incluindo figuras proeminentes como o primeiro-ministro japonês Abe Shinzo.
A ABC News, emissora pública da Austrália, disse que a Zhenhua Data, com sede na cidade de Shenzhen, tem links com as forças armadas chinesas e que seu banco de dados poderia ter sido usado para fins de inteligência.
Diz que os alvos incluem políticos, diplomatas e executivos de negócios nos EUA, Europa e Ásia.
Além de suas datas de nascimento, informações retiradas de artigos noticiosos, contas de mídia social e outros materiais de código aberto compõem a maior parte dos dados.
Mas outras informações, aparentemente, foram obtidas ilegalmente de registros bancários confidenciais e candidaturas a empregos.
A ABC diz que o banco de dados foi vazado para um acadêmico americano e compartilhado com um consórcio internacional de meios de comunicação nos EUA, Europa e Austrália.
O acadêmico foi citado como tendo dito que “ele fala da ameaça mais ampla do que a China está fazendo e como eles estão pesquisando, monitorando e procurando influenciar… não apenas seus próprios cidadãos, mas cidadãos de todo o mundo”.
- Casarões medievais viram tesouros nacionais no Japão - 23 de maio de 2026 1:42 am
- Vilarejos no Camboja dançam por chuva no início das monções - 23 de maio de 2026 12:38 am
- Vietnã dará bônus em dinheiro para estimular natalidade - 23 de maio de 2026 12:33 am























