EUA incluem 33 entidades chinesas à lista negra do comércio
O governo dos EUA informa que adicionará 33 empresas e instituições chinesas a uma lista negra econômica por cometerem violações de direitos humanos ou utilizarem tecnologia norte-americana para fins militares.
O Departamento de Comércio fez o anúncio nesta sexta-feira (22).
As entidades incluem o Instituto de Ciências Forenses do Ministério da Segurança Pública, e empresas com foco em inteligência artificial e redes de comunicação 5G.
Algumas entidades foram incluídas por supostas violações e abusos dos direitos humanos, detenção em massa arbitrária, trabalho forçado e vigilância de alta tecnologia contra muçulmanos uigures e outras minorias étnicas. Outras foram acrescentadas por, supostamente, ajudarem na obtenção de itens para os militares chineses.
Eles estarão sujeitos a sanções que restringem seu acesso à tecnologia americana e à compra de bens relacionados aos EUA.
A medida segue uma iniciativa semelhante em outubro passado, quando o Departamento de Comércio anunciou a proibição de negociação com 28 escritórios públicos e empresas chinesas, incluindo uma empresa de vigilância por vídeo, sobre o tratamento dos Uighurs.
O movimento é a última escalada na disputa entre os Estados Unidos e a China, que se intensificou este ano sobre a pandemia do coronavírus chinês e mais recentemente sobre o movimento pró-democracia de Hong Kong.
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