Equipe norte-americana conclui recuperação mais curta com remdesivir
Um grupo de pesquisa liderado pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA concluiu que o remdesivir do medicamento ajuda a encurtar o tempo de recuperação dos pacientes da COVID-19.
Os pesquisadores publicaram nesta sexta-feira (23), os resultados preliminares de um estudo clínico no New England Journal of Medicine.
Os estudos de remdesivir começaram após alguns testes recomendados e ajudam a evitar que o vírus se reproduza.
O último estudo norte-americano compreendeu dois grupos, totalizando cerca de 1.000 pacientes, a maioria com sintomas graves. Um grupo tomou remdesivir e o outro um placebo. Os pesquisadores monitoraram suas condições por cerca de quatro semanas após a administração do medicamento por 10 dias consecutivos.
O grupo remdesivir teve um tempo médio de recuperação de 11 dias enquanto o do grupo não remdesivir foi de 15 dias. A recuperação foi definida como melhora suficiente para justificar a alta hospitalar.
Os pacientes com remdesivir apresentaram uma taxa de mortalidade menor 14 dias após o início do estudo do que os pacientes com placebo. Mas os pesquisadores determinaram que a diferença não foi significativa.
A equipe concluiu que o remdesivir foi eficaz em encurtar o tempo de recuperação. Ela recomenda a administração do medicamento antes que o paciente precise de um respirador. Também diz que, para diminuir a mortalidade, o remdesivir deve ser combinado com outras abordagens terapêuticas ou diferentes agentes anti-virais.
O governo americano já aprovou o remdesivir para COVID-19 em emergências. O Japão seguiu o exemplo e acelerou sua aprovação.
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