
Agência Mundial Anti-Doping nota “falhas graves” na Olimpíada do Rio 2016. A Agência Mundial Anti-Doping observou falhas graves no programa de testes de drogas nos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, e pede por melhorias.
A WADA – World Anti-Doping Agency – divulgou, na quinta-feira, um relatório sobre o teste que foi realizado pela sua equipe de observadores independentes.
O relatório disse que 3.237 dos 11.303 atletas que participaram dos Jogos realizaram testes de sangue ou urina, acrescentando que cerca de 100 amostras não combinaram com atletas devido a erros de entrada de dados, uma amostra desapareceu e foi encontrada somente após o final dos Jogos.
O relatório afirma que muitos atletas escolhidos para o teste simplesmente não foram encontrados, e que, em alguns dias, até 50% dos testes alvo foram cancelados.
O documento disse que o teste de sangue não foi realizado no levantamento de peso e alguns outros esportes. Também observou que não havia testes de jogadores reservas no futebol.
A WADA solicitou que o Comitê Olímpico Internacional implemente medidas mais rigorosas anti-doping, antes dos Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020 e pediu para aumentar o número de profissionais para realizar os testes e melhorar os programas de educação anti-doping.
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