Um painel de especialistas do Ministério da Saúde do Japão se reunirá nesta segunda-feira (21), para decidir se aprovará um novo medicamento para Alzheimer. Esse é o primeiro medicamento que tem como alvo uma causa específica da doença.
A aprovação permitiria a produção e a venda doméstica do lecanemab, que foi desenvolvido em conjunto pela empresa japonesa Eisai e sua parceira americana Biogen.
O medicamento é o primeiro tratamento projetado para retardar a progressão da doença, reduzindo o acúmulo da proteína beta amiloide no cérebro.
A Eisai solicitou a aprovação do ministério em janeiro. A empresa afirma que seu grande estudo clínico global mostra que o tratamento reduziu o declínio cognitivo e funcional em 27% após 18 meses, em comparação com um grupo placebo.
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA aprovou totalmente o medicamento em julho.
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