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Cientista chinês deserta para os EUA portando segredos de armas hipersônicas

Um cientista chinês de foguetes, ligado à Aviation Industry Corp of China (AVIC), desertou para os EUA carregando consigo segredos de uma arma hipersônica que Washington tem lutado para desenvolver.

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Cientista chinês deserta para os EUA portando segredos de armas hipersônicas

Um cientista chinês de foguetes, ligado à Aviation Industry Corp of China (AVIC), desertou para os EUA carregando consigo segredos de uma arma hipersônica que Washington tem lutado para desenvolver.

O cientista está relacionado com o desenvolvimento de um sistema de lançamento de mísseis planadores hipersônicos baseado no espaço que e pode atingir qualquer alvo na Terra e está além da capacidade de interceptação dos atuais sistemas de defesa antimísseis ocidentais.

“Sua deserção permitiu que a Grã-Bretanha e os EUA acelerassem os programas defensivos contra o uso de mísseis hipersônicos. Também pode levar dois anos para a China ajustar seus sistemas e tornar essa inteligência ineficaz”, relatou o Express.co.uk citando suas fontes.

O desertor estava “ligado” à AVIC, onde “ajudou a desenvolver um veículo hipersônico de médio alcance capaz de transportar mísseis DF-17 a um alcance de até 2.000 milhas”, disseram as fontes ao Express.co.uk.

O cientista entrou em contato com um ativo de inteligência britânico em Hong Kong em setembro de 2021, onde disse à pessoa de contato que estava disposto a fornecer informações detalhadas sobre o veículo hipersônico em troca de asilo para ele, sua esposa e filho.

O ativo entrou em contato com a agência de inteligência britânica, MI6, que informou a CIA. As duas agências realizaram uma operação conjunta para confirmar as credenciais do desertor e as informações que ele forneceria antes de autorizar uma operação para trazê-lo aos EUA.

Uma equipe de cinco membros, três do MI6 e dois da CIA, foram enviados para providenciar uma passagem segura para o cientista e sua família para os EUA. Uma equipe de agentes soube que o desertor era fã de críquete e havia estudado na Inglaterra.

De acordo com o relatório do Express.co.uk, “foi traçado um plano no qual o cientista e sua família viajariam para Hong Kong usando uma rota especialmente desenvolvida. Uma vez lá, o cientista foi levado para um local seguro, onde foi interrogado antes de levar ele e sua família para uma base aérea dos EUA na Alemanha e depois para os EUA através do Reino Unido.”

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