O coronavírus chinês mutante em “minks – martas” precisa de mais estudo diz OMS
A Organização Mundial da Saúde – OMS, disse que trabalhará com oficiais dinamarqueses para estudar as implicações negativas em futuras vacinas depois que se descobrir que os minks, ou martas, no país foram infectados por uma cepa mutante do coronavírus chinês.
O governo dinamarquês anunciou na quarta-feira (4), que a nova cepa do coronavírus chinês foi detectada em fazendas de martas no país. Acredita-se que doze pessoas contraíram a nova cepa dos mamíferos.
O Primeiro Ministro, Mette Frederiksen, advertiu que a cepa poderia enfraquecer a eficácia das vacinas contra o coronavírus cchinês, atualmente em desenvolvimento.
O abate de toda a população de martas do país, de até 17 milhões, está em andamento.
A cientista chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse aos repórteres nesta sexta-feira (6), que é muito cedo para se chegar a qualquer conclusão sobre se a mutação afetará a eficácia da vacina. Ela acrescentou que as autoridades ainda não têm evidências que sugiram que isso afetaria.
O chefe do Programa de Emergências de Saúde da OMS, Michael Ryan, disse que eles examinarão a infecção mais a fundo, em cooperação com as autoridades dinamarquesas.
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