Governo e Tóquio negociam pedidos de fechamento de empresas
O governo central do Japão e o governo metropolitano de Tóquio estão discutindo quais empresas devem ser temporariamente fechadas após a declaração do estado de emergência sobre o surto do coronavírus chinês.
O primeiro-ministro, Shinzo Abe, declarou estado de emergência para as províncias de Tóquio, Kanagawa, Saitama, Chiba, Osaka, Hyogo e Fukuoka nesta terça-feira (7), com base em uma lei revisada promulgada no mês passado.
Abe apelou ao público para cooperar na contenção da propagação do coronavírus, dizendo que o país sairá da emergência dentro de um mês, se o fizerem.
O governo central está instando as pessoas nas sete prefeituras a ficarem em casa para reduzir o contato de pessoa para pessoa em 70% a 80%.
Na quarta-feira (8), o ministro responsável pelas medidas do coronavírus chinês, Nishimura Yasutoshi, procurou a cooperação dos governadores das sete prefeituras em uma videoconferência.
O governo metropolitano de Tóquio quer pedir a mais tipos de empresas, como home centers e barbearias, que fechem enquanto a declaração estiver em vigor.
Mas o governo central quer que os pedidos de fechamento sejam cuidadosamente considerados e limitados para serem maximamente eficazes no controle do surto, mantendo a sociedade operando sem sobressaltos.
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