Governo do Japão deve considerar o início do ano letivo em setembro
O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, declara que o governo avaliará várias opções ao considerar a possibilidade de mudar o início do ano letivo de abril para setembro.
Abe comentou os apelos para a mudança em uma reunião do Comitê de Orçamento da Câmara na quarta-feira (29). Alguns governadores e partidos de oposição querem que o início do ano letivo seja adiado para setembro, pois o fechamento de escolas foi prolongado em meio à pandemia do coronavírus chinês.
Abe disse que está ciente de que algumas pessoas estão pedindo prudência, mas indicou disposição para estudar uma variedade de opções.
As autoridades do governo e do campo governista que apoiam a idéia dizem que a revisão tornaria possível compensar as interrupções na educação causadas pelo fechamento das escolas e resolver as lacunas nas oportunidades acadêmicas.
Dizem também que facilitaria aos japoneses estudar em países estrangeiros onde o ano letivo começa no outono.
Outros que são contra, dizem, os horários de recrutamento e testes de certificação precisariam ser ajustados. Observam também que a revisão faria com que o ano letivo e o ano fiscal do governo começassem em meses diferentes.
O assunto também foi abordado em uma reunião on-line da Associação Nacional de Governadores, na quarta-feira (29).
Alguns líderes de províncias, incluindo a governadora de Tóquio, Koike Yuriko, e o governador de Osaka, Yoshimura Hirofumi, expressaram apoio, enquanto outros foram cautelosos, dizendo que introduzir a mudança este ano seria muito precipitado.
O governo planeja estudar o assunto de forma abrangente, pois a revisão afetaria a sociedade como um todo. Também espera ver se o público em geral a apoiaria.
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