
EUA e Filipinas iniciam maiores manobras militares conjuntas na presidência de Duterte.
Um total de 8.000 militares participarão das manobras conjuntas anuais dos EUA e Filipinas.
Cerca de 5.000 militares das Forças Armadas das Filipinas e 3.000 efetivos norte-americanos participarão da 34ª edição dos exercícios militares, cujo objetivo é “a defesa mútua, antiterrorismo e resposta humanitária e de desastres”, informou o canal de televisão filipina GMA News.
As Forças de Defesa da Austrália e as Forças de Defesa do Japão também participarão dos treinamentos no âmbito do sistema de alianças dos EUA.
Segundo o embaixador dos EUA nas Filipinas, Sung Kim, “as manobras incluem treinamento de operações militares em zonas urbanas” para simular situações como a operação militar do ano passado na cidade filipina de Marawi, que durou cinco meses. A cidade foi invadida pelo grupo Maute, filial do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) nas Filipinas.
Em maio de 2017 o presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, introduziu a lei marcial na província meridional de Mindanau devido aos confrontos entre o exército do país e os combatentes do grupo Maute.
Os principais combates tiveram lugar na cidade de Marawi. O Exército das Filipinas perdeu mais de 160 soldados, mais de 1.700 militares foram feridos. Durante a operação foram eliminados mais de 800 terroristas.
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