
Passageiros da JAL desistem de viagem aos EUA depois da ordem Trump. A Japan Airlines bloqueou um número indeterminado de passageiros que viajariam em vôos norte-americanos, em duas ocasiões, no início desta semana, depois da proibição de entrada temporária do presidente Donald Trump para cidadãos de sete países, de maioria muçulmana.
A segunda maior companhia aérea do país não revelou o número de pessoas envolvidas, suas nacionalidades ou os números de vôo, mas um funcionário disse que: “Nós explicamos nossa política e eles compreenderam.”
A Japan Airlines disse que suas ações estavam de acordo com um aviso emitido pela Associação Internacional de Transporte Aéreo – International Air Transport Association (IATA), depois que Trump assinou uma ordem executiva impedindo que cidadãos do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen ingressem nos Estados Unidos, por 90 dias.
Esta é a primeira vez que indivíduos são afetados pela proibição, no Japão.
A companhia aérea decidiu na segunda-feira, pouco depois que a proibição foi posta em prática, não permitir passageiros dos sete países em vôos com destino aos Estados Unidos.
De acordo com a companhia aérea, o primeiro de dois casos envolveu viajantes do exterior que se dirigem aos Estados Unidos via Japão.
No dia seguinte, a companhia aérea também tomou medidas semelhantes contra viajantes que iam para os Estados Unidos a partir do aeroporto de Narita, perto de Tóquio.
A All Nippon Airways, a maior operadora do país, disse que está confirmando com as autoridades dos EUA se os passageiros com vistos podem ser admitidos no país.
A companhia aérea disse que vai reembolsar tarifas aéreas se lhes for negada permissão de entrada.
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