Nova York, Estados Unidos, 11 de setembro de 2026 – Associated Press – A cidade de Nova York introduziu tecnologias de ponta para auxiliar na identificação de vítimas ainda desconhecidas dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001. Mesmo um quarto de século após a tragédia no World Trade Center, que vitimou 2.753 pessoas, cerca de 1.099 vítimas continuam sem identificação oficial, mantendo viva a busca por respostas para as famílias.
Uma equipe especial do escritório do médico-legista da cidade tem intensificado os esforços utilizando métodos inovadores para extrair DNA de restos mortais recuperados no local dos ataques. Em agosto, a nova abordagem permitiu a identificação de uma vítima pela primeira vez por meio da incorporação de técnicas de investigação genealógica, renovando a esperança de solucionar casos complexos.
“O escritório do médico-legista afirmou que utilizará todas as ferramentas científicas disponíveis para identificar as vítimas e trazer respostas para os familiares que aguardam há anos.”
“Mais pessoas morreram de doenças relacionadas ao 11 de setembro do que no próprio dia dos ataques, marcando um capítulo de consequências prolongadas para a saúde pública.”
Paralelamente aos trabalhos de identificação genética, as consequências da exposição a poeiras e fumaças tóxicas continuam a vir à tona vinte e cinco anos depois. A administração municipal anunciou a liberação de mais de 170.000 páginas de registros quedocumentam a qualidade do ar e a resposta inicial da cidade aos atentados, por meio de um portal digital que será atualizado regularmente para garantir transparência histórica.
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