Washington, D.C., Estados Unidos, 6 de abril de 2026, Associated Press (AP) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reiterou sua exigência para que o Irã reabra imediatamente o Estreito de Ormuz. Em uma declaração contundente publicada em suas redes sociais no domingo (5), o líder norte-americano alertou que, caso a via marítima permaneça bloqueada, o país persa “viverá um inferno”. A ameaça ocorre em um momento de extrema tensão militar entre as duas nações.
No mesmo pronunciamento, Trump revelou que as forças especiais dos EUA conseguiram resgatar um tripulante de um jato de combate que estava desaparecido desde que sua aeronave foi derrubada sobre o território iraniano. O presidente descreveu o oficial como “seriamente ferido” e “muito corajoso”, informando que ele foi retirado de uma região profunda nas montanhas do Irã. Segundo o presidente, os militares iranianos realizavam buscas intensas e estavam próximos de capturá-lo.
“Terça-feira será o Dia da Usina Elétrica e o Dia da Ponte, tudo em um só, no Irã. Não haverá nada igual!”
O cronograma de ataques parece estar definido. Trump já havia anunciado anteriormente que as forças norte-americanas não atingiriam instalações de energia iranianas até as 20h desta segunda-feira (6), no horário da costa leste dos EUA. Na semana passada, militares confirmaram um ataque à ponte B1 na quinta-feira (2), visando eliminar uma rota planejada de suprimento militar.
Para detalhar a operação de resgate do oficial da aeronave F-15 e discutir os próximos passos do conflito, o presidente agendou uma entrevista coletiva com a cúpula militar no Salão Oval para as 13h desta segunda-feira (6). A expectativa é de que novos detalhes sobre a incursão em solo inimigo sejam revelados.
“O resgate bem-sucedido remove um obstáculo tático, mas a retórica de destruição de infraestrutura eleva o conflito a um patamar sem precedentes na região.”
Analistas internacionais observam com cautela o ultimato presidencial, já que o fechamento do Estreito de Ormuz impacta diretamente o fluxo global de petróleo. A promessa de ataques a usinas elétricas e pontes sugere uma estratégia de paralisia total da infraestrutura iraniana, o que pode gerar consequências humanitárias e econômicas imprevisíveis em escala mundial.
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