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Família visita local de crime de japonesa na Tailândia

Com prazo prescricional próximo, parentes de Tomoko Kawashita pedem novas pistas e apoio às investigações.

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Tóquio, Japão, 14 de novembro de 2025, Kyodo News – A família de Tomoko Kawashita, turista japonesa de Osaka assassinada em (novembro) de 2007 no Parque Histórico de Sukhothai, no norte da Tailândia, visitou o local do crime nesta quinta-feira (13). Com a prescrição para crimes de homicídio no país fixada em 20 anos, o prazo se encerra em dois anos, elevando a sensação de urgência.

O governo tailandês classifica o caso como grave por envolver vítima estrangeira. O Departamento de Investigação Especial (DSI) tem atuado em conjunto com a polícia, mas o crime permanece sem solução. Pistas de DNA encontradas nas roupas de Kawashita, então com 27 anos, não permitiram identificar suspeitos até o momento.

“Queremos pensar em formas de avançar passo a passo. Continuaremos buscando cooperação dos investigadores”, disse o pai, Kawashita Yasuaki, ao deixar flores e rezar diante do monumento erguido em memória da filha.

A família e o DSI oferecem recompensa de 2 milhões de baht (cerca de 62 mil dólares) por informações que levem ao responsável. A visita reuniu pais e amigos, que apelaram publicamente por novas testemunhas e encorajaram moradores e turistas que estiveram em Sukhothai em (2007) a compartilhar qualquer detalhe que possa ser útil.

Organizações de apoio a nikkeis nas Filipinas e no Sudeste Asiático acompanham o caso e defendem maior cooperação transnacional em crimes contra turistas, sobretudo em sítios históricos, onde há grande fluxo de visitantes e desafios de vigilância.

“Restaurar o vínculo com a verdade é também restaurar nosso vínculo com o Japão”, expressaram familiares, em apelo pela manutenção dos esforços até o fim do prazo legal.

Localizado em área tombada como Patrimônio Mundial da UNESCO, o Parque Histórico de Sukhothai recebe milhares de visitantes por ano. A família de Kawashita reforçou orientações básicas de segurança a turistas, como evitar percursos isolados, informar deslocamentos e buscar assistência das autoridades locais sempre que necessário.

Enquanto o prazo prescricional avança, investigadores reiteram que novas amostras comparativas de DNA e relatos de testemunhas são cruciais para destravar o caso. O apelo dos familiares mira não apenas justiça, mas também a preservação da memória de Tomoko e a proteção de futuros visitantes.

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