Paris, Île-de-France, França, 22 de junho de 2025 — Xinhua – A China está exibindo seus aviões de combate de fabricação nacional no Paris Air Show, uma das maiores feiras aeroespaciais do mundo, em uma demonstração de força tecnológica e estratégia comercial no setor de defesa.
Neste ano, 76 empresas e organizações chinesas estão participando do evento, mais que o dobro do número registrado na edição de 2023. A presença ampliada reforça os esforços de Pequim para se consolidar como um player dominante no mercado global de exportação de armas.
Entre os destaques da exposição estão o caça J-10, já exportado para o Paquistão, e o J-35, modelo mais recente de avião furtivo desenvolvido pelo país.
A mídia estatal chinesa tem aproveitado o evento para promover o avanço tecnológico das Forças Armadas, destacando relatos de que o caça J-10 teria abatido, no mês passado, aeronaves Rafale fabricadas na França e utilizadas pela Índia — episódio que ainda não foi oficialmente confirmado por outras fontes internacionais.
Nos estandes chineses, representantes da indústria de defesa de vários países têm demonstrado interesse e feito perguntas sobre o desempenho e a capacidade dos caças apresentados.
A presença robusta da China na feira sinaliza uma virada estratégica: além de buscar autonomia tecnológica, o país mira expandir sua influência militar por meio de exportações, colocando-se como rival direto das potências ocidentais no segmento aeroespacial e de defesa.
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