Seul, Coreia do Sul, 6 de dezembro de 2024 (Yonhap News Agency) – Autoridades militares da Coreia do Sul revelaram que o ex-ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, foi o responsável por ordenar o envio de tropas ao parlamento durante a recente declaração de lei marcial pelo presidente Yoon Suk-yeol.
Kim Yong-hyun, que renunciou ao cargo na quinta-feira (5), está sendo investigado e foi proibido de deixar o país. De acordo com o chefe do Estado-Maior do Exército, Park An-su, ele assumiu brevemente o papel de comandante da lei marcial, mas afirmou desconhecer quem havia autorizado a entrada de tropas no parlamento.
Protestos em frente à Assembleia Nacional ocorrem pelo segundo dia consecutivo, com manifestantes exigindo que os parlamentares aprovem o impeachment de Yoon. A oposição, liderada pelo Partido Democrático, planeja realizar a votação no sábado (7).
Durante uma reunião emergencial do comitê de defesa do parlamento na quinta-feira (5), o vice-ministro da Defesa, Kim Seon-ho, declarou que soube da lei marcial apenas através de reportagens. Questionado por legisladores, ele enfatizou: “Eu não tenho autoridade para ordenar o envio de tropas. O ministro tomou essa decisão.”
A crise política aumenta as tensões no país, enquanto a investigação contra Kim Yong-hyun se intensifica. A decisão sobre o futuro político de Yoon Suk-yeol parece cada vez mais próxima.
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