Líderes de agências da ONU e ONGs pediram um cessar-fogo imediato no conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.
Os 18 líderes emitiram uma declaração, antes de a terça-feira (7), que marca um mês desde o ataque do grupo terrorista que matou mais de 1.400 pessoas em Israegl.
Na declaração, eles dizem que cerca de 1.400 pessoas foram mortas em Israel e mais de 200 pessoas foram feitas reféns. Eles consideram a situação horrível.
Em seu comunicado, os signatários também afirmam que as mortes de um número ainda maior de civis em Gaza e o corte do acesso de 2,2 milhões de palestinos a alimentos, água, medicamentos, eletricidade e combustível são um ultraje. Eles afirmam que casas, abrigos, hospitais e outras instalações, que usadas pelo grupo terrorista, estão sendo bombardeados. Eles também afirmam que as circunstâncias são inaceitáveis.
Os líderes pedem que as partes envolvidas respeitem as leis internacionais humanitárias e de direitos humanos. Eles também pedem a libertação imediata e incondicional de todos os civis mantidos como reféns.
Os signatários observam na declaração que os civis e a infraestrutura, incluindo hospitais e abrigos, que são instalações utilizadas pelo grupo terrorista como base de operações, devem ser protegidos. Eles também afirmam que alimentos, água, medicamentos e combustível, que são confiscados pelo grupo terrorista, devem entrar em Gaza com segurança, rapidez e na escala necessária.
Os líderes terminam a declaração com: “Precisamos de um cessar-fogo humanitário imediato. Já se passaram 30 dias. Já é o bastante. Isso precisa acabar agora”.
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