OTAN discute rearmamento dos ucranianos
Os soldados ucranianos combateram as tropas russas com munições que vêm, principalmente, de aliados ocidentais. Agora que as munições estão acabando, os aliados decidiram aumentar a produção para travar o que eles chamam de “guerra da logística”.
Os ministros da defesa da OTAN se reuniram em Bruxelas durante dois dias, para abordar “a maior crise de segurança da Europa” desde a Segunda Guerra Mundial. Eles já entregaram uma série de armas, e estão tentando descobrir como financiar mais.
O Secretário Geral, Jens Stoltenberg, disse: “Isto é crítico. A Ucrânia tem uma janela de oportunidade para fazer o balanço, e o tempo é essencial”. Ele disse que, após semanas de avisos, as forças russas estão lançando uma nova ofensiva.
Os membros comprometeram-se a mais treinamento para as tropas ucranianas e mais armas pesadas, incluindo os tanques Leopard 2. Entretanto, todo esse apoio esgotou seus estoques. Eles decidiram aumentar a produção de cartuchos de 155 milímetros para garantir que os ucranianos tenham “dissuasão confiável”.
Os membros da OTAN estabeleceram um padrão de referência para gastar 2% de seu produto interno bruto na defesa. Alguns deles agora dizem que isso deveria ser um piso, não um teto.
Líderes da Suécia e da Finlândia solicitaram a adesão à aliança. Enquanto esperam, os suecos têm fornecido ajuda militar direta à Ucrânia, incluindo howitzers e veículos de combate.
O Primeiro Ministro, Ulf Kristersson, reuniu-se com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, em Kyiv na quarta-feira (15). Ele disse que a ajuda futura dependerá da adesão da Suécia à OTAN.
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